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Debate do DCE da UFRJ lotou auditório

O Diretório Central dos Estudantes da UFRJ realizou, na manhã do último dia 20, debate entre os candidatos ao Governo do Estado do Rio de Janeiro. Mais uma vez esta semana, os três candidatos que lideram as pesquisas não compareceram, apesar de terem sido convidados pelos organizadores. Os principais candidatos da direita já fugiram de quatro debates populares.

As ausências foram sentidas pela comunidade acadêmica. A estudante de Gestão Pública da UFRJ, Ana Alves, Secretária Geral da UNE, observou que “é uma galera que está distante dos estudantes porque representam mais do mesmo, uma política que não está interessada em se aproximar da população. É importante estar aqui nesses espaços”.

A candidata Marcia Tiburi, que é professora, também fez críticas: “eu lamento a ausência aqui das candidaturas do partido do mais do mesmo, porque seria uma boa oportunidade para confrontá-los. Eles fazem parte da administração uns dos outros. Eles são grandes enganadores do povo.”

O DCE foi rigoroso com o controle do tempo. O primeiro tema foi educação. A candidata Marcia Tiburi foi a única a apresentar propostas. “Haddad é professor, eu também sou professora, ele foi um dos melhores Ministros da Educação que o Brasil teve. Tudo aquilo que a sociedade sabe que o PT fez pela educação no Brasil, nós vamos fazer no Estado do Rio de Janeiro, um programa voltado para os estudantes, para os professores e para recuperarmos a educação de nosso estado”, disse a candidata. O principal projeto que ela apresenta é o Segunda Chance, que estimulará o estudante a permanecer na escola através de uma bolsa paga a sua mãe.

No segundo bloco, os candidatos perguntaram uns aos outros e o destaque foi a questão de Marcia Tiburi para o candidato do Partido Novo, criado pelo Banco Itaú. O neoliberal caiu em contradição. Defendeu a privatização progressiva das universidades públicas, mas colocou-se a favor dos investimentos do Estado no ensino superior. Marcia reagiu: “devemos refletir sobre os interesses desses candidatos que defendem o Estado Mínimo. Eles disputam o cargo de chefe máximo do estado, mas deveriam, de acordo com sua lógica e por honestidade, abandonar o pleito se acreditam realmente naquilo que defendem. Através de suas candidaturas, eles querem o Estado para seus fins privados. Nós esperamos que as universidades públicas jamais sejam privatizadas, vamos retomar o REUNI e valorizar cada vez mais as universidades públicas.”

Os estudantes avaliam que Marcia Tiburi venceu o debate. Para Laura Cantona, estudante de Letras, “Marcia é a melhor alternativa que a gente tem, de esquerda, de luta, feminista, socialista, uma professora.” Para Maicom Osório, estudante de Turismo na FAETEC, Marcia se destacou pela defesa dos interesses dos estudantes. Ana Alves também aprovou: “Marcia Tiburi tem cada vez se saído melhor nos debates. Aqui, ela soube pontuar qual é seu projeto e isso tem apontado qual é a candidatura responsável, qual é o projeto que tem uma meta nítida.” Laura Catona arremata: “Ela sim!”

Doe para a campanha

Sabe aquelas campanhas que trazem a oportunidade de mudar? Sabe aquelas candidaturas inesperadas, que dão a chance de enfrentar os problemas com coragem e alegria? Assim é a candidatura de Marcia Tiburi. Estamos reunindo esforços, todo dia, para que Marcia esteja perto das pessoas e das comunidades, para que possa se apresentar e conversar com a população do Rio de Janeiro. Um trabalho sério e verdadeiro, com uma equipe engajada. Sabemos que a maneira de fazer política deve também mudar. Essa candidatura entra de cabeça na transparência e na verdade. Abrimos nosso financiamento coletivo de campanha para quem quiser e puder doar uma quantia pequena, média ou grande, e fazer parte atuante desse processo. A campanha Marcia Tiburi é para aqueles que sabem que estamos diante de uma oportunidade de resgate do Rio de Janeiro.
Marcia Governadora é você no governo.

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